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sexta-feira, 3 de março de 2017

Artistas lançam manifesto pedindo candidatura de Lula à Presidência ‘desde já’

Artistas e intelectuais criaram na quarta-feira, 1º de março, um manifesto defendendo a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Palácio do Planalto e vão lançar na próxima segunda-feira, 6, uma plataforma online para coletar assinaturas de internautas ao documento.


A chamada “Carta das (os) brasileiras (os)” pede ao ex-presidente que considere a possibilidade de se colocar “desde já” à disposição para uma candidatura em 2018.

“É o compromisso com o Estado Democrático de Direito, com a defesa da soberania brasileira e de todos os direitos já conquistados pelo povo desse País, que nos faz, através desse documento, solicitar ao ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva que considere a possibilidade de, desde já, lançar a sua candidatura à Presidência da República no próximo ano, como forma de garantir ao povo brasileiro a dignidade, o orgulho e a autonomia que perderam”, diz o documento.

Assinam o manifesto 424 pessoas, entre elas o teólogo Leonardo Boff, o músico Chico Buarque e o ex-ministro da Justiça no governo Dilma Rousseff (PT) Eugenio Aragão. Representantes de movimentos sociais também estão entre os signatários, como o líder do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), João Pedro Stédile, além de professores universitários e profissionais liberais.

O documento afirma que o Brasil “precisa de Lula” e defende que com o petista será possível avançar na inclusão social, assegurar a soberania sobre o pré-sal e o território nacional, fazer com que o Brasil volte “a ter um papel ativo no cenário internacional” e a “distribuir com todos os brasileiros aquilo que os brasileiros produzem”. O PT está divulgando o conteúdo do manifesto em suas redes sociais.

Na manhã desta quinta-feira, 2, o manifesto se tornou assunto do momento na rede social Twitter no Brasil depois que a apresentadora da Rádio Jovem Pan Paula Carvalho impulsionou a hashtag #LulaPrezidente para criticar a manifestação. A tag teve rápida adesão de usuários da plataforma. Segundo ela, a campanha é uma “homenagem ao réu candidato e aos intelectuais que o apoiam”.

Fonte: RD- Reporter Diário

"Se a reforma da Previdência não sair, tchau Bolsa Família", ameaça o PMDB

Diante da elevada rejeição às mudanças nas regras da aposentadoria, o partido de Temer apela para o "terrorismo" nas redes sociais
Meirelles e Temer

O PMDB lançou, nesta sexta-feira 3, uma agressiva campanha em defesa do projeto do governo para alterar as regras da aposentadoria. “Se a reforma da Previdêncianão sair, tchau Bolsa Família, adeus Fies, sem novas estradas, acabam programas sociais”, ameaça um post publicado pelo partido de Michel Temer no Facebook.

Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, o material foi produzido pela agência Benjamim Digital, do marqueteiro Lula Guimarães. Ele liderou a comunicação da campanha do tucano João Doria em São Paulo, nas eleições de 2016, e depois foi contratado pelo PMDB.

A iniciativa foi tomada após o Palácio do Planalto detectar forte resistência à reforma no Congresso. Além disso, uma pesquisa encomendada pelo governo revelou que a ampla maioria dos entrevistados manifestou-se contra a exigência de 49 anos de contribuição para o trabalhador ter direito à aposentadoria integral, noticiou recentemente a coluna Painel, da Folha de S.Paulo.

De acordo com um levantamento divulgado pelo Serviço de Proteção ao Crédito e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas em janeiro, 53,8% dos brasileiros são contrários às mudanças propostas pela equipe de Temer para a aposentadoria. A rejeição às mudanças vem principalmente das mulheres, que correspondem a 60,1% dos insatisfeitos com a reforma.

A pesquisa ouviu 606 pessoas residentes em todas as capitais do Brasil, com idade igual ou superior a 18 anos, de ambos os sexos e todas as classes sociais. A margem de erro é de 4 pontos percentuais e a margem de confiança de 95%.

Confira a postagem do PMDB no Facebook:
Um país sem o investimento mínimo necessário em saneamento básico; sem melhorias em estradas, portos e aeroportos e com cortes nos programas sociais fundamentais.
Para evitar que este seja o cenário do Brasil no futuro, é necessário reformar a Previdência, que hoje está em crise e ameaça as melhorias que o país tanto precisa.
Saiba mais em https://goo.gl/ykyXIv

#PraCegoVer: Imagem composta por ilustração digital de uma cidade em ruínas e o texto: "Se a reforma da Previdência não sair: Tchau, Bolsa Família; Adeus, Fies; Sem novas estradas; Acabam os programas sociais". No rodapé está o logotipo do PMDB.
As reações à agressiva campanha governista nas redes não tardaram. O PSOL tomou a iniciativa de "corrigir" o meme, como divulgou o deputado estadual Marcelo Freixo (RJ):
O PSOL 50 corrigiu a postagem que partido de governo ilegítimo fez sobre as mentiras do reforma da previdência.

Não entendeu? Entra lá e aproveita pra deixar seu comentário carinhoso:goo.gl/dCpH5Q


Fonte: Carta Capital

Marcelo Odebrecht inocenta Dilma e diz que apenas Temer lhe pediu dinheiro

Em seu depoimento no processo sobre a cassação da chapa Dilma-Temer, o empreiteiro Marcelo Odebrecht foi questionado três vezes pelos procuradores se, em alguma oportunidade, a presidente eleita Dilma Rousseff lhe pediu alguma doação de campanha.
"Não, não e não", disse Marcelo, embora tenha dito que ela soubesse que a construtora realizara doações para sua campanha – o que é óbvio.

A revelação foi feita pela jornalista Simone Iglesias, no jornal O Globo.

"No depoimento que prestou à Justiça Eleitoral na última quarta-feira, Marcelo Odebrecht negou ter tratado diretamente com a ex-presidente Dilma Rousseff sobre ajuda financeira para sua campanha. 

Segundo uma fonte que teve acesso à oitiva, ele foi questionado ao menos três vezes se a petista pediu pessoalmente dinheiro, e a resposta foi a mesma: 'não'. No entanto, Odebrecht afirmou que Dilma sabia dos pedidos de contribuição para financiar sua campanha por meio de 'interlocutores', sem citar quem seriam essas pessoas", informa a jornalista.

Com Michel Temer, no entanto, as coisas foram bem diferentes. Na condição de vice-presidente da República e presidente do PMDB, que tinha sete ministérios na administração Dilma, ele organizou um jantar, em pleno Palácio do Jaburu, para arrancar doações da Odebrecht.

Os R$ 11,3 milhões foram entregues em dinheiro no escritório de seu melhor amigo, José Yunes, que disse ter sido "mula" de Eliseu Padilha, ministro licenciado da Casa Civil.

Questionado sobre o fato de ter pedido dinheiro a um empreiteiro num palácio, Temer confirmou a história por meio de nota oficial. “Quando presidente do PMDB, Michel Temer pediu auxílio formal e oficial à Construtora Norberto Odebrecht. Não autorizou, nem solicitou que nada fosse feito sem amparo nas regras da Lei Eleitoral”, diz o texto, divulgado pela Secretaria de Comunicação da Presidência.

“A Odebrecht doou R$ 11,3 milhões ao PMDB em 2014. Tudo declarado na prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral. É essa a única e exclusiva participação do presidente no episódio”, completa o texto.

Segundo o relato de Yunes, o empresário Lúcio Funaro, que teria levado um envelope ao seu escritório, lhe disse que 140 deputados estavam sendo pagos. Ou seja: por mais que tentem distorcer a realidade, depoimento de Marcelo Odebrecht comprova que o Brasil executou o golpe dos corruptos contra a presidente honesta.

Fonte : Plantão Brasil

Governo omite desastre ambiental em Mariana em informe para ONU

O relatório emitido pelo Ministério dos Direitos Humanos, que servirá de base para avaliar o Brasil na Organização das Nações Unidas (ONU), omitiu o desastre ambiental de Mariana, o maior do país, com 18 mortos. Governo alega limite de espaço em documento da ONU.

(Fonte/Imagem: Correio Braziliense).
O governo Michel Temer omitiu o desastre ambiental de Mariana do informe oficial que entregou para a Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a situação de direitos humanos no país. O relatório servirá de base para uma sabatina do Brasil no Conselho de Direitos Humanos da entidade, onde recentemente retomou assento por mais dois anos.

O documento não foi divulgado pelo governo brasileiro, mas o Ministério dos Direitos Humanos confirmou que não faz referências ao rompimento da barragem de rejeitos da Samarco na cidade mineira, que deixou 18 mortos em novembro de 2015, contaminou cursos d’água e é considerado um dos maiores desastres ambientais da história.

Segundo o governo, a ONU impõe um limite de tamanho para o documento e não teria sido possível incluir o desastre.

Relembre

Na tarde do dia 5 de novembro, o rompimento da barragem do Fundão, localizada na cidade histórica de Mariana (MG), foi responsável pelo lançamento no meio ambiente de 34 milhões de m³ de lama, resultantes da produção de minério de ferro pela mineradora Samarco – empresa controlada pela Vale e pela britânica BHP Billiton.

Seiscentos e sessenta e três quilômetros de rios e córregos foram atingidos; 1.469 hectares de vegetação, comprometidos; 207 de 251 edificações acabaram soterradas apenas no distrito de Bento Rodrigues. Esses são apenas alguns números do impacto, ainda por ser calculado, do desastre, já considerado a maior catástrofe ambiental da história do país.

Fonte; CPT- Comissão Pastoral da Terra

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