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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Caças dos EUA atingem artilharia do Estado Islâmico no Iraque

Aeronaves militares dos Estados Unidos realizaram um ataque nesta sexta-feira contra artilharia do Estado Islâmico usada para atacar forças curdas que defendem a cidade de Arbil, no Iraque, perto de pessoal norte-americano, informou um porta-voz do Pentágono.
A ação aconteceu poucas horas depois de Obama autorizar, na noite de quinta-feira, ataques aéreos no Iraque para proteger cristãos e evitar “um possível ato de genocídio” de dezenas de milhares de membros da minoria iraquiana yazidi, que foram expulsos de suas casas e estão sitiados numa montanha.
Os combatentes sunitas do Estado Islâmico, uma dissidência da Al Qaeda decidida a estabelecer um califado e erradicar os descrentes, varreu o norte iraquiano desde junho e também está se firmando perto de Arbil.
Embora Obama insista que os EUA não irão enviar tropas terrestres novamente ao país, os Estados Unidos desde junho já enviaram cerca de 700 soldados para proteger pessoal diplomático e instalações e para avaliar as forças e fraquezas dos militares do Iraque diante do avanço do Estado Islâmico.

Fonte: Yahoo Notícias adaptado por Cicero Do Carmo

O genocídio em Gaza: 1.822 mortos, 9.370 feridos e 450 mil desabrigados


Depois de quase um mês de guerra, o balanço da operação “Protective Edge” é dramático. até o dia 3 de agosto, o ataque do exército sionista provocou a morte de 1.822 civis, dos quais 398 eram crianças, o ferimento de 9.370 palestinos, dos quais 2.744 eram crianças e a destruição de 50% das casas, das escolas, dos hospitais e de toda a infraestrutura socioeconômica, ao ponto que os moradores de Gaza têm energia elétrica somente por duas horas ao dia e a água corre apenas em algumas ruas, visto que os “heroicos pilotos de Israel” bombardearam a única central de tratamento de água e quase todas as estações e subestações de energia elétrica.
Uma situação trágica e dramática que não impressiona minimamente a maioria da sociedade israelense, vítima de uma contínua lavagem cerebral, executada ad hoc pela mídia e, sobretudo, pelos políticos sionistas. Consequentemente, essa maioria apoia e sustenta cegamente essa guerra que já tem cheiro de genocídio e de limpeza étnica, tal como aconteceu em Ruanda e também como os nazistas fizeram na Europa a partir de 1939.

Fonte: Jornal Brasil de fato adaptado por Cicero Do Carmo

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