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terça-feira, 12 de julho de 2016

Ex-presidente Lula participa de ato em defesa da Democracia nas cidades de Juazeiro-BA e Petrolina-PE.

Dezenas de pessoas se aglomeraram hoje 11, na rua Joaquim Nambuco - Centro de Petrolina, para recepcionar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Em visita ao Nordeste o ex-presidente com sua comitiva chegaram hoje em Juazeiro BA onde após receber o título e Cidadão Juazeirense, seguio para Petrolina e discursou para dezenas de pessoas, entre estes estavam: lideraças sindicais, de movimentos sociais, populares e autoridades políticas da região os quais o acompanharam até Petrolina.

Com o tema Semiárido unido contra o Golpe!  As lideranças das entidades presentes manifestaram apóio a Pesidenta afastada: Dilma Rousseff e com palavras de ordem a mutidão gritava "Fora Temer." Em seu discurso  Lula lembrou da  ex-deputada estadual Isabel Cristina do PT em Petrolina, falecida no dia 22 de junho deste. 

Falou da atenção especial que teve pelo povo do semiárido por conta das dificuldades enfrentada com a seca e pela exclusão social, da importâcia da agricultura familiar para o país, da ascenção do trabalhador econômica e socialmente e pedio a união de todos(as) para lutar contra o golpe dado na democracia deste país e em uma presidenta honesta, que segundo ele foi dado por um governo ilegítimo que tomou o pais de assalto e agora quer acabar com direitos conquistados a duras penas pelos trabalhadores. 

Parabenizou ainda a frente Brasil Popular pela organização do ato e após o discurso seguio para a cidade CaruarúPE.

Por Cicero Do Carmo

sábado, 9 de julho de 2016

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A respeito da materia postada por este blog no dia 6/07, sobre a Listas enviadas à Justiça Eleitoral de contas julgadas irregulares- Eleições 2016, Cabendo aos citados o direito de resposta, divulgamos agora nota de esclarecimento da OAB.

Confira aqui materia anterior:
Nos últimos dias, foram veiculadas na imprensa local notícias a respeito da lista que fora encaminhada à Justiça Eleitoral pelo Tribunal de Contas do Estado com os nomes de gestores públicos cujas suas contas teriam sido rejeitadas nos últimos anos. 

Comentários temerários e dissociados da verdade têm surgido, especialmente, a respeito dos sujeitos envolvidos na análise das verbas de gabinete dos vereadores da Câmara Municipal de Petrolina no exercício financeiro de 2001. Em face disso, na qualidade de um dos advogados constituídos à época para atuar no processo, teço alguns esclarecimentos.
O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) conduziu Auditoria Especial (AE 0705402-6/ A 1547/12) na Câmara de Vereadores de Petrolina com o objetivo de verificar a regularidade da aplicação de verbas de gabinete pelos vereadores, relativa ao exercício financeiro de 2001. 



Inicialmente, na 23ª Sessão Ordinária da Segunda Câmara, realizada em 16/04/2009, aquelas contas foram tidas como irregulares, pugnando-se pelo ressarcimento ao erário municipal das despesas de combustíveis e locação de veículos.



Irresignados, os vereadores Paulo Afonso De Souza, Odacy Amorim de Souza, José Batista Da Gama, José Crispiniano Coelho, Antonio de Jesus Moreno Pinto, Antonio Passos Ferreira, Antonio Quirino, Armando Ferreira do Nascimento, Augusto César Rodrigues Durando, Deilson Freire Mororó, Durval de Andrade Araújo, Francisco Patriota de Souza, Francisco Sávio de Carvalho, Ibamar Fernandes de Lima, Jefferson de Souza Correia, Manoel Nunes Pereira, Miguel Antonio de Amorim, Paulo Cavalcanti Rodrigues, Ruy Wanderley Gonçalves de Sá, e Teresinha Teixeira Coelho interpuseram RECURSO ORDINÁRIO (RO 0903278-2/ A 1547/12), JULGADO na 27ª Sessão Ordinária do Tribunal Pleno realizada em 27/07/2011, com o voto do relator, seguido pelos Conselheiros presentes, nos seguintes termos: “Voto, preliminarmente, pelo conhecimento do recurso ordinário vertente, e, no mérito, pelo seu provimento parcial para reformar a Decisão TC nº 0330/09, retirando, tão-somente, o débito imputado; devendo constar como fundamento os seguintes considerandos: (1) considerando as despesas com combustíveis em desrespeito ao Princípio da Razoabilidade; (2) considerando os dispêndios com locação de veículos sem atenção ao Princípio da Razoabilidade”.



Com o acolhimento parcial daquele recurso, mais adiante, foram impetrados os Embargos de Declaração tombados pelos números ED 1108273-2 e ED 1107932-0, que não foram recepcionados.

Registre-se que os quatro eventos constantes da listagem do TCE, quais sejam: a auditoria especial (AE 0705402-6); o recurso ordinário (RO 0903278-2/ A 1547/12); e os dois embargos de declaração (ED 1108273-2 e ED 1107932-0) referem-se à mesma situação fática, ou seja, integram um ÚNICO processo. Diferentemente de como possa soar, tratam-se de eventos integrantes de uma única relação processual, e não de quatro, como alguns poderiam equivocadamente imaginar.



O Deputado Estadual Odacy Amorim, à época vereador do Municipio, através de recente Nota à Imprensa, esclareceu que nas Eleições de 2012 (Prefeito) e 2014 (reeleição para Deputado Estadual) tais fatos vieram à baila, sendo que em 2014, o Tribunal Regional Eleitoral, por unanimidade, afastou sua INELEGIBILIDADE, consoante os Autos do Processo nº 99630.2014.617.0000, nos seguintes termos: “REGISTRO DE CANDIDATURA. ELEIÇÕES 2014, ODACY AMORIM DE SOUZA. DEPUTADO ESTADUAL SOB O N° 13444, IMPUGNAÇÃO. INELEGIBILIDADE. LC 64/90, NÃO INCIDÊNCIA”.



Convém trazer à baila o Acórdão de 12.12.2008, no Recurso Especial nº 34627, datado de 13.11.2008, no Recurso Especial nº 32984, de 02.09.2008, no Recurso Especial nº 29316 e Recurso Especial nº 21563/2003: a mera inclusão do nome do administrador público na lista remetida à Justiça Eleitoral por Tribunal ou conselho de contas não gera inelegibilidade, por se tratar de procedimento meramente informativo.

Por último, gostaria de manifestar nossa crença que os fatos acima, minuciosamente narrados, não ensejarão a INELEGIBILIDADE dos ex-vereadores nominados, com vistas ao próximo pleito, posto que, embora consideradas irregulares por falta de atenção ao princípio da razoabilidade, não configuraram ato doloso de improbidade administrativa; ou seja, as condutas dos edis não tiveram a intenção de lesar o patrimônio público. 


Ademais, convém ressaltar que as decisões das distintas instâncias da Corte de Contas não fazem a mínima alusão à irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade administrativa, conforme hipótese de inelegibilidade aventada no art. 1º, I, g, da LC nº 64/90 na presente hipótese. 
Limitado o exposto, agradeço a divulgação da Nota de Esclarecimento, supra.


Petrolina, em 07 de julho de 2016.
Dácio Antonio Martins Dias

Advogado OAB (PE) 16.366



Via: Marcelo Damasceno facebook

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Rede de esgoto em Petrolina é sinônimo de transtornos a usários do serviço

Com cobranças absurdas e serviços de péssima qualidade a Compesa - Companhia Pernambucana de Saneamento, vem usurpando de seus consumidores através de contas de água e esgoto não apenas os altos valores cobrados, mas também a paciência, "para não falar da violação dos direitos do consumidor (Art. 14 do Código de Defesa do Consumidor - Lei 8078/90)".
Nem é preciso andar muito para testemunhar os esgotos estourados e/ou perguntar a qualquer usuário para  ouvir sua insatisfação relacionada as altas taxas de cobranças aos serviços prestados pela Companhia.

O bairro João de Deus: um dos mais populosos da cidade de Petrolina, é mais uma das comunidades que sofre com os constantes alagamentos provocados por esgotos estourados e serviço de desobstrução de tubulações mal feito.

Segundo moradores, ao ligar para o serviço de reclamações, além de ter que anotar um extenso numero de protocolo, ainda tem que esperar 72 horas para o serviço ser liberado pela central na cidade de Recife - PE e quando o caminhão do serviço chega desobstrui apenas a residência protocolada o que causa reincidência na obstrução por não haver a limpeza nas demais tubulações.
Há mais de quinze dias moradores da rua 42 do referido bairro vem sofrendo com a tubulação dos esgotos entupidos mesmo com várias ligações efetuadas. Os mesmos reclamam do mal cheiro dentro das residências, retorno dos dejetos, e alagamentos em ruas e quintais.

A cidade de Petrolina é uma das cidades que mais onifica a Companhia sustentando inclusive municípios que não geram fluxo de caixa suficiente para a sua propria manutenção o que tem gerado uma intensa briga política entre o estado de Pernambuco e o município de Petrolina pela exploração do serviço.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Juiz é acusado de perseguir indígenas e obrigar agentes públicos federais a cumprir reintegração de posse no MS

Numa operação desproporcional, quase uma centena de policiais despejou nove famílias Guarani Kaiowa do tekoha Apyka'i, na manhã desta quarta, 6, no município de Dourados (MS). 
Os pertences dos indígenas foram retirados e colocados em caminhões, e todos os barracos foram destruídos com um trator do tipo pá carregadeira.
O proprietário da fazenda, Cassio Guilherme Bonilha Tecchio, estava no local, e garantiu a servidores públicos que não violaria os túmulos dos nove indígenas enterrados no local. A área é arrendada para o plantio de cana da Usina São Fernando, propriedade de José Carlos Bumlai, preso em 2015 na Operação Lava Jato.

A operação teve início às 6 da manhã e foi realizada pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Militar, em cumprimento à decisão judicial de reintegração de posse da área, assinada pelo juiz substituto Fábio Kaiut Nunes, da 1a. Vara da Justiça Federal de Dourados. A Fundação Nacional do Índio (Funai) foi informada do despejo apenas quando as forças policiais haviam iniciado o procedimento.


A reintegração foi realizada mesmo com pedido da Funai de suspensão de liminar no Supremo Tribunal Federal (STF), ainda não julgado - o STF aguardava a manifestação do Ministério Público Federal (MPF) no processo para decidir sobre o pedido. Também, o despejo ocorre uma semana após a publicação de uma portaria da Funai, na última semana, estabelecendo o Grupo de Trabalho (GT) responsável pela demarcação de Apyka'i.

Os caminhões levariam os pertences dos indígenas a qualquer lugar que eles quisessem. O lugar escolhido foi a beira da estrada em frente ao tekoha, onde por mais de uma década viveram os Kaiowa e, agora, debaixo de chuva forte, a 10 graus de temperatura, os indígenas voltam a erguer novos barracos.

Prevaricação
Esta não é a primeira vez que o juiz substituto em estágio probatório da 1a. Vara da Justiça Federal de Dourados decide pela reintegração de posse contra os Kaiowa de Apyka'i, apesar da forte oposição dos indígenas e de diversas organizações de direitos humanos do mundo todo contra o despejo.

Na última decisão, em maio, Kaiut requisitou ao governo do Mato Grosso do Sul o uso da PM para o cumprir a reintegração, mas o pedido foi negado. Em sua decisão, Kaiut exigiu que a Procuradoria Geral da República "adote as medidas cabíveis" contra o governo do estado pelo não-cumprimento. Tanbém solicitou ao Ministro da Justiça o uso da Força Nacional de Segurança (FNS), que respondeu ao magistrado não estar entre suas atribuições o despejo dos indígenas.

Dessa forma, no dia 14 de junho, uma nova decisão de Kaiut determinou novamente a reintegração de posse, "no prazo improrrogável de 15 dias, sob pena de apuração da prática de crime de prevaricação por parte dos agentes públicos federais"- ou seja, caso não cumprissem a ordem, os policiais responderiam a ação penal.

Em carta assinada por mais de 700 indígenas, o Conselho do Aty Guasu - Grande Assembleia - Guarani e Kaiowa denunciou "a perseguição que sofremos do juiz Fabio Kaiut Nunes (...) tem realizado uma verdadeira cruzada contra nosso povo, inclusive tem forçado a policia a cumprir ordem de despejo (...) mesmo quando a policia entende a ação como excessiva e não quer cumprir", e sugere que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) "estudem as decisões deste juiz e veja sua prática contra nosso povo".

O mesmo juiz negou pedido de indenização por danos morais coletivos contra Aurelino Arce, proprietário da empresa de segurança privada Gaspem, acusada de atos de violência contra grupos indígenas no Mato Grosso do Sul, determinando o arquivamento da ação e o pagamento de honorários advocatícios pelo MPF, no valor de R$ 3 mil, exigência considerada inédita.

O tekoha
Por mais de uma década, as nove famílias do Apyka'i viveram na beira da estrada, sofrendo ataques de seguranças privados, tendo seus barracos criminosamente incendiados a mando de produtores rurais, bebendo da água mais podre dos córregos envenenados pela monocultura - figurando, assim, como uma espécie de "comunidade modelo" do genocídio que sofrem os povos indígenas no Brasil.

Desde 2013, os indígenas retomaram parte do território reivindicado como tradicional, onde incide a fazenda Serrana, propriedade de Cassio Guilherme Bonilla, arrendada para a gigante do setor sucroalcooleiro Usina São Fernando.

Nove pessoas faleceram no local - oito, vítimas de atropelamentos, e uma envenenada por agrotóxicos utilizados nas plantações que circundam a retomada. Os moradores do tekoha sobrevivem essencialmente de doações e de cestas básicas oferecidas por apoiadores e pela Funai. Não tem acesso à água, à floresta, è educação, saúde, à segurança ou a dignidade mínima.

A usina
Instalada em Dourados em 2009, a Usina São Fernando é um empreendimento do Grupo Bertin, um dos maiores frigoríficos produtores e exportadores de itens de origem animal das Américas, e da Agropecuária JB, ligada ao Grupo Bumlai, especializado em melhoramento genético de gado de corte. Um dos territórios utilizados pela usina para produzir cana é reivindicado pelo Kaiowá do Apyka’i.

Em 2010, sob perigo de perder sua licença de operação em função de diversos descumprimentos legais em questões trabalhalistas, ambientais e indígenas, a usina teve de assinar um termo de cooperação e compromisso de responsabilidades na Justiça.

Entre as condicionantes estabelecidas pelo Ministério Público Estadual, Ministério Público do Trabalho e MPF, a usina era obrigada a não renovar o contrato de arrendamento da fazenda Serrana, de Cássio Guilherme Bonilha Tecchio, propriedade que incide sobre o território reivindicado como Apyka’i pela família de Damiana, quando o atual findasse.


Em 2015, José Carlos Bumlai foi preso no decurso da Operação Lava Jato, acusado de fazer parte de um esquema de corrupção e fraude no pagamento de dívidas de campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores.

Fonte: Conselho Indigenista Missionário (CIMI)

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Listas enviadas à Justiça Eleitoral de contas julgadas irregulares- Eleições 2016

Em conformidade com § 5º do art. 11 da Lei n.º 9.504/97, o TCE-PE entregou em 05/07/2016, ao Tribunal Regional Eleitoral e ao Ministério Público Federal a relação definitiva com os nomes dos responsáveis que tiveram suas contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas, por decisão irrecorrível, nos 08 (oito) anos anteriores ao pleito de 02/10/2016.

Entre a lista de Petrolina estão:
Antonio de Jesus Moreno Pinto
Antonio Passos Ferreira
Antonio Quirino
Armando Ferreira do Nascimento
Augusto César Rodrigues Durando
Deilson Freire Mororó
Durval de Andrade Araújo
Francico Patriota de Souza
Francisco Pereira da Silva
Francisco Sávio de Carvalho
Ibamar Fernandes Lima
Jeferson de Souza Correia
José Batista da Gama
José Crispiniano Celho
Manoel Nunes Pereira
Miguel Antonio de Amorim
Odacy Amorim de Souza
Paulo Afonso de Souza
Paulo Cavalcanti Rodrigues
Ruy Wanderley Gonsalves de Sá
Terezinha Teixeira Coelho

Confira outras Cidades em:

terça-feira, 5 de julho de 2016

Manifesto: movimento social não é organização criminosa

Os Presidentes das Comissões de Direitos Humanos do Congresso Nacional, outros 25 parlamentares, 67 entidades e dezenas de cidadãs e cidadãos brasileiros e estrangeiros assinaram manifesto contra a criminalização do MST.
Da Página do MST 

De acordo com a nota, os movimentos de caráter reivindicatório não podem ser enquadrados como organizações criminosas, uma vez que procuram, de forma legítima, fazer valer o programa previsto na Constituição de 1988. 

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra foi considerado, por setores da Justiça de Goiás, como uma organização criminosa – crime previsto na Lei nº 12.850/2013. Por este fundamento estão presos José Valdir Misnerovicz, geógrafo com mestrado pela UFG, e Luiz Batista Borges, trabalhador rural. Essas decisões judiciais são absolutamente incompatíveis com as leis vigentes, com a Constituição e com o Estado Democrático de Direito.

A luta por novos direitos e pela efetivação de direitos já previstos é inerente à democracia, além de ser um imperativo decorrente da Constituição de 1988. Conforme seu artigo 3º, são objetivos fundamentais da República construir uma sociedade livre, justa e solidária; garantir o desenvolvimento nacional; erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades; e promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

Ora, se esses são objetivos, é precisamente porque a norma máxima do ordenamento jurídico brasileiro reconhece as profundas desigualdades e injustiças da realidade nacional, e que estabelece, na positivação desses desígnios, um programa de ação a ser perseguido pela sociedade e pelo Estado.

Por isso a organização em movimentos sociais não apenas é lícita como desejável. São as articulações com propósitos reivindicatórios que permitem o avanço na concretização dos objetivos fundamentais previstos pelo próprio constituinte. O propósito dos movimentos sociais não é violar o Direito, mas, rigorosamente o contrário, fazê-lo valer.

A ocupação de terras, delito específico que daria a característica de organização criminosa ao MST de Goiás, é expressão dos direitos civis e políticos (art. 5º, IV, XVI e XVII) e visa a concretizar as normas constitucionais que preveem que a propriedade privada é garantida na medida em que se verifique o cumprimento de sua função social (art. 5º, XXIII, art. 170, III, art. 182. § 2º, art. 184, art. 186). Ou seja, no caso dos imóveis rurais, aqueles que não tenham aproveitamento racional e adequado, que não utilizem de forma adequada os recursos naturais disponíveis, que não observem as normas do direito do trabalho e que não favoreçam o bem-estar dos proprietários e dos trabalhadores, não cumprem o disposto constitucional.

O uso das ocupações de terras, assim, é instrumento completamente legítimo de pressão para realização de política pública. As ocupações são, também, mecanismos de efetivação urgente de necessidades vitais que são dos direitos humanos à alimentação e moradia (art. 6º). Significam, muitas vezes, recurso imediato para preservação da dignidade da pessoa humana, fundamento da República Federativa do Brasil (art. 1, III).

A decisão de considerar como criminosas as atividades de um dos mais importantes movimentos sociais do Brasil e do mundo, essencial para o avanço na efetivação dos direitos humanos, tem viés político e arbitrário. É incompatível com o que se espera de um sistema de justiça que respeite a Constituição de 1988. Movimento social não é organização criminosa; a luta política não é crime.

ASSINAM:

PARLAMENTARES
Deputado Federal Padre João, Presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados
Senador Paulo Paim (PT/RS), Presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal
Deputada Federal Erika Kokay (PT/DF), Presidenta da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos
Deputado Federal Paulo Pimenta, 1º Vice-Presidente da CDHM
Deputado Federal Nilto Tatto, 2º Vice-Presidente da CDHM
Senador Humberto Costa (PT/PE), ex-Ministro de Estado da Saúde
Deputado Federal Patrus Ananias (PT/MG), ex-Ministro de Estado do Desenvolvimento Agrário
Deputado Federal Pepe Vargas (PT/RS), EX-Ministro de Estado do Desenvolvimento Agrário e de Direitos Humanos
Deputado Federal Afonso Florence, Líder do PT na Câmara
Deputado Federal João Daniel (PT/SE), presidente do Núcleo Agrário do Partido dos Trabalhadores na Câmara
Senador Lindbergh Farias (PT/RJ)
Senadora Gleise Hoffmann (PT/PR)
Senadora Vanessa Graziotin (PC do B/AM)
Deputada Federal Margarida Salomão (PT/MG)
Deputado Federal Adelmo Leão (PT/MG)
Deputado Federal Assis Carvalho (PT/PI)
Deputado Federal Beto Faro (PT/PA)
Deputado Federal Bonh Gass (PT/RS)
Deputado Federal Leonardo Monteiro (PT/MG)
Deputado Federal Luiz Couto (PT/PB)
Deputado Federal Marcon (PT/RS)
Deputado Federal Paulão (PT/AL)
Deputado Federal Pedro Uczai (PT/SC)
Deputado Federal Valmir Assunção (PT/BA)
Deputado Federal Valmir Assunção (PT/BA)
Deputado Federal Wadih Damous (PT/RJ)
Deputado Federal Zé Carlos (PT/MA)
Deputado Federal Zeca do PT (PT/MS)

ENTIDADES
Amig@s MST-Italia
Articulação de Mulheres Brasileiras - AMB
Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil
Associação Brasileira de Agroecologia - ABA
Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente – ANCED
Centro de Defesa da Vida Herbert de Souza - CDVHS
Centro de Defesa de Direitos Humanos Heróis do Jenipapo - CDDHHJ
Centro de Defesa dos Direitos Humanos Nenzinha Machado - CDDHNM
Centro Feminista de Estudos e Assessoria - CFEMEA
Centro para la Democracia, la Creatividad y la Inclusión Social - DEMOS
Centro Popular de Formação da Juventude - Vida e Juventude
Círuclo Palmarino
Comissão Pastoral da Terra
Comitê Estadual de Educação em Direitos Humanos do Piauí - CEEDHPI
Comitê Estadual de Prevenção e Combate à Tortura do Piauí - CEPCTPI
Comitê Goiano de Direitos Humanos Dom Tomás Balduino
Comitê Goiano de Direitos Humanos Dom Tomás Balduíno
Commission Amérique latine et Caraïbes Parti de Gauche France
Conectas Direitos Humanos
Confederação Nacional de Entidades Negras - CONEN
Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura - CONTAG
Conselho Indigenista Missionário
Conselho Nacional do Laicato do Brasil – CNLB
Conselho Pastoral dos Pescadores
Coordenadoria Ecumênica de Serviço - CESE
CRIOLA
ELO Ligação e Organização
Encontros da Nova Consciência
Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar - FETRAF BRASIL/CUT
FIAN Brasil - Rede de Informação e Ação pelo Direito Humano a se Alimentar
Fórum de Mulheres de Imperatriz, Centro de Promoção da Cidadania e Defesa dos Direitos Humanos Pé.Josimo.
Fórum Maranhense de Mulheres
Frente Brasil Popular - Goiás
Frente Povo Sem Medo
Fundação Marica Saraiva
Iniciativa das Religiões Unidas - URI (CC BRASÍLIA)
Instituo Pólis
Instituto da Mulher Negra – GELEDÉS
Instituto de Capacitação, Assessoria e Projetos - ICAP
Instituto Samara Sena - ISENA
Intersindical - Central da Classe Trabalhadora
Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social
Justiça Global
Juventude Socialismo e Liberdade
Levante Popular da Juventude
Marcha Mundial das Mulheres
Movimento Camponês Popular - MCP
Movimento dos Atingidos por Barragens - MAB
Movimento dos Pequenos Agricultores
Movimento dos Trabalhadores Sem Teto
Movimento Nacional de Direitos Humanos - MNDH
Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua
Nova Consciência
O Estopim
Partido de la Refundacion Comunista – Izquierda Europea (Italia)
Pastoral Da Juventude do Meio Popular - Goiás e Brasil
Plataform Interamericana de Derechos Humanos, Democracia y Dasarrollo - PIDHDD
Plataforma de Direitos Humanos Dhesca Brasil
Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Reprodutivos
Rete Radié Resch - Roma/Italia
RiMaflow, Fabbrica Recuperata di Milano
Tatiane dos Santos Duarte - Doutoranda em Antropologia Social - UnB
Terra de Direitos
União Nacional LGBT
Via Campesina Brasil

CIDADÃOS
Dom Enemésio Angelo Lazzaris, bispo de Balsas e Presidente Nacional da CPT
Dom Heriberto Hermes, O.S.B, Bispo Emérito da Prelazia de Cristalândia e Coordenador Executivo do Centro de Direitos Humanos de Cristalândia
Ermínia Maricato, professora titular da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São e ex-Ministra Adjunta das Cidades
Pa. Romi Márcia Bencke, Secretária-Geral do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil
Frei Betto, escritor
Adelaide Gonçalves - professorada Universidade Federal do Ceará
Adelson Fernandes Moreira, professor de Física do CEFET-MG.
Alexandre Guedes - Adv. OAB/PB - 5546- REJUDH.       
Ana Amelia Melo, Departamento de História da Universidade Federal do Ceará
Ana Carolina Caruso Cavazza OAB/SP 269.595
Ana Claudia Diogo Tavares
Anakeila de Barros Stauffer - professora adjunta da FEBF/UERJ.
André Vasconcelos Ferreira, Professor do Departamento de Teoria Econômica da Universidade Federal do Ceará
Antonia Neide Costa Santana - professora do Curso de Geografia da Universidade Estadual Vale do Acaraú em Sobral (CE).
Ariovaldo Ramos - Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito
Baby Siqueira Abrão, jornalista
Caetano de Carli - Professor do Curso de Licenciatura em Pedagogia da UFRPE
Carlos Schmidt ,professor aposentado de economia da UFRGS
Celi Taffarel, Professora Dra. Titular FACED UFBA, Coordenadora dos Grupos de Pesquisa GEPEC e LEPEL FACED/UFBA
Cesar Cordaro - Advogado
Claudia Jardim, Jornalista
Corinta Maria Grisolia Geraldi - professora da Unicamp
Cristina Gross Villanova, OAB/RS 43328
Daniela Félix - OAB/SC 19.094
Denise da Veiga Alves - OAB/DF 24.399
Eliana Rolemberg, Membro do Conselho Diretor da ABONG - Associação Brasileira de ONGs / Direção estadual Bahia
Elmano de Freitas, advogado e Presidente do PT de Fortaleza
Elsa Plaza Müller. España
Erina Batista Gomes, Advogada OAB PA 15.601
Fernando Antonio Dos Santos Matos OAB / PE 12. 436
Frei Diamantino P. de Carvalho, OFM
Gabriella Scheer – Collectif Solidarité France-Brésil
Gérson Wasen Fraga, professor da Universidade Federal da Fronteira Sul
Giselle Flügel Mathias Barreto- Adv. OAB/DF 14300
Guilherme Costa Delgado
Heloisa Helena Mesquita Maciel - professora e assistente social
Horacio Martins de Carvalho, pesquisador agrário
Iaris Ramalho Cortês - OAB/DF 3141
Irenísia Torres de Oliveira - Professora do Departamento de Literatura da Universidade Federal do Ceará
Isabela Corby OAB/MG 120777.                                        
Janete Triches, Professora da Unesc
Jean Luc Pelletier, Associação dos Amigos do MST da França
João Wanderley Geraldi - professor titular da Unicamp
Jorge Luiz Souto Maior, professor da Faculdade de Direito da USP
José Carlos de Araújo, Professor da Universidade Federal do Ceará
José Claudinei Lombardi - Prof. Titular, FE Unicamp, Coordenador Ex. HISTEDBR
Juan Grabois, Secretariado Nacional CTEP Argentina
Juventude Revolução - Núcleo UFBA
Leonel Wohlfahrt, Especialista em Uso de Recursos Naturais Renováveis, Técnico em Planejamento e Desenvolvimento Social da FASE
Leonilde Servolo de medeiros - CPDA/UFRRJ
Lígia Chiappini, Prof. De Literatura e Cultura Brasileira e Hispano-americana, FU-Berlin
Lindomar Dias Padilha, filósofo indigenista
Luana Natielle Basílio e Silva OAB/PB 16.750
Luciana de Soua Ramos OAB/AM 5237
Luiz Carlos de Freitas
Luiz Carlos Pinheiro Machado, professor, presidente do Instituto André Voisin
Luiz Roncari, docente sênior USP/FFLCH/DLCV
Maíra Taquiguthi Ribeiro - Indigenista Especializada
Maria Fernanda Milicich Seibel, advogada
Maria Helena Guimarães Pereira, agente literária
Maria Victoria de Mesquita Benevides, Socióloga, Profa. Aposentada Da USP
Mariana Mei de Souza OAB-SP 174.581
Mariana Prandini Assis - Doutoranda Em Ciencia Política, The New School For Social Research
Marleide Rocha, advogada
Mauricio Acuña, doutorando  pela Universidade de São Paulo e Princeton University
Mônica Nogueira, Professora da UnB
Monique Murga, Albi, France, Présidente du Comité des Amis du Mouvement des travailleurs ruraux sans terre (MST)
Munir Jorge Felicio, Pesquisador do NEAGEO
Myllena Calasans de Matos - OAB/BA 15736
Nancy Cardoso, pastora metodista
Natanaelsenir Saraiva Bastos
Oneide Bobsin, Professor das Faculdades EST
Peter Rosset, Centro de Estudios para el Cambio en el Campo Mexicano (CECCAM)
Priscylla Joca, doutoranda em Direito pela Universidade de Montreal
Renata dos Reis Cordeiro OAB -MA 7854
Roberto E. Zwetsch - Professor dasFaculdades EST - São Leopoldo
Rodrigo Castelo, professor da Unirio e diretor da Adunirio (Andes-SN)
Rodrigo de Medeiros Silva, OAB/RS 102235A
Sônia Maria Alves da Costa, OAB-TO 619, Doutoranda em Direito/UnB
Tatiana Berringer, Professora de Relações Internacionais da UFABC
Tayse Ribeiro de Castro Palitot- mestranda em gênero e dh pela UFPB, CPF:097 351 644 50
Vanessa Lima- advogada
Walnice Nogueira Galvão – Prof. USP
Wilson Mozena Leandro - Professor EA-UFG

* Texto originalmente publicado no Portal da Câmara Legislativa


sexta-feira, 1 de julho de 2016

'Amor Junino' do Bairro João de Deus: vence o Concurso de Quadrilha Junina da TV Grande Rio 2016

A 22ª edição do concurso de quadrilhas juninas foi realizada nesta quarta-feira (29), na quadra do SESC, em Petrolina , no Sertão de Pernambuco.
O público lotou o ginásio para assistir as apresentações que, com muito brilho, enfeites e coreografias encantou a todos(as) os presentes.
Ao todo participaram seis quadrilhas que tiveram 25 minutos para a apresentação.
A primeira a se apresentar foi a Junina Danado de Bom - Bairro Vila Mocó, campeã de 2015, que trouxe para o arraial o pedido de chuva do sertanejo, "o milho compôs o cenário".
A segunda foi a quadrilha Xamego Bom - Maria auxiliadora, que também teve como tema o pedido de chuva. 
A Renascer do Sertão - Projeto Irrigado N9, buscou a cultura popular, como o Bumba meu Boi . Já a quadrilha Forró Xaxado - Cohab VI, mostrou no arraial a união do sol com a lua. A última a se apresentar foi a Balão Dourado - Pedro Raimundo, trazendo elementos tradicionais das quadrilhas juninas, como o casamento matuto e muito colorido no figurino. 
Mais o primeiro lugar ficou mesmo com a terceira a se apresentar: a  Amor Junino - Bairro João de Deus,  que encantou o público com o tema 'Festa no céu, Asa Branca, Maria Bonita e Lampião'.

O segundo lugar ficou com a balão Dourado e em terceiro a Forró Xaxado.
Entre os critérios avaliados pelos jurados estavam a entrada e saída do arraial, repertório musical, marcador, coreografia e conjunto, o que envolve alinhamento,animação e harmonia.

O valor arrecadado com a venda de ingressos segundo a organização será revertido para os grupos participantes do Concurso de Quadrilhas.

Fonte: G1
Adaptação: Cicero Do Carmo




quinta-feira, 30 de junho de 2016

Lei que amplia prazo de licença a paternidade e maternidade a servidores públicos municipais é sancionada pelo prefeito de Petrolina-PE

Foi sancionada ontem (29), pelo Prefeito Júlio Lóssio: a lei municipal de n° 2850/2016, que amplia a licença maternidade e paternidade de servidores públicos municipal com filhos portadores de necessidades especiais e de qualquer natureza.
A é lei de autoria do vereador Ednaldo Lima e  tem o objetivo de proteger o direito dos pais em cuidar de seus filhos naturais ou adotados nos primeiros meses desse contato e o direito dos menores em receber a devida atenção com os cuidados adequados e específicos para seu pleno desenvolvimento físico e emocional, considerando as características de cada criança.
A partir da sua publicação os pais terão suas licenças almentadas: nos casos das mães serão de três para dose meses e pais de um para três meses.

"Essa lei beneficia nossos servidores e Petrolina sai a frente ao sancioná-la, nesse momento que se fala tanto em microcefalia. Espero que ela sirva de exemplo para que outros municípios também cuidem de seus servidores, pois esse é o período que a criança mais precisa de cuidados e a partir de agora o servidor de Petrolina vai poder se dedicar ao seu filho com exclusividade pelo menos nesse primeiro ano de vida”, assegurou o prefeito.

Via: Ednaldo Lima/facebook
Adaptação: Cicero Do Carmo

Mais Médicos é destaque em publicação das Nações Unidas

Programa Mais Médicos, que conta com apoio da Organização Pan-Americana da Saúde, foi considerado prática relevante para a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em publicação do Escritório da ONU para a Cooperação Sul-Sul e do PNUD. 

O Programa Mais Médicos foi considerado uma das boas práticas relevantes para a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A informação consta da publicação “Good Practices in South-South and Triangular Cooperation for Sustainable Development” (em português: ‘Boas Práticas de Cooperação Triangular Sul-Sul para o Desenvolvimento Sustentável’), primeira de uma série desenvolvida pelo Escritório das Nações Unidas para a Cooperação Sul-Sul e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
A iniciativa do governo brasileiro contempla o terceiro Objetivo de Desenvolvimento Sustentável – “Saúde de qualidade”: assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar de todos, em todas as idades. O programa foi criado em 2013 com o objetivo de suprir a carência de médicos nos municípios do interior e nas periferias das grandes cidades brasileiras.
A Representação da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) no Brasil colabora com a iniciativa intermediando a vinda de médicos de Cuba para atuar em unidades básicas de saúde do país.
Segundo a publicação, um dos grandes desafios do Brasil era assegurar à população, assim como disposto em sua Constituição Federal, o acesso universal à saúde – considerando que grandes disparidades persistem e uma parcela considerável de pessoas ainda não tinha acesso a profissionais médicos.
Antes do programa, cinco estados brasileiros possuíam menos de um médico para cada mil pessoas, enquanto 700 municípios não dispunham de nenhum médico na atenção básica. Quase três anos após o início do Mais Médicos, foram preenchidas 18.240 vagas em 4.058 municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI).
A iniciativa também possibilitou que, pela primeira vez na história,700 municípios localizados em áreas remotas do Brasil passassem a ter médico residente para atendimento na atenção básica. Dados do Ministério da Saúde brasileiro apontam que o Mais Médicos beneficia atualmente 63 milhões de pessoas.
De acordo com a publicação da ONU, o Programa Mais Médicos “é potencialmente benéfico em qualquer país que decidisse adotá-lo”. Estados-membros da OPAS já demostraram interesse em relação ao programa.


Fonte: ONU BRASIL 

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